Você foi me pegar em casa. A elegância dos seus gestos e o cuidado comigo parecem naturais, talvez você repita isso todos os dias com aquela que você ama, mas me senti única e valorizada. O beijo rápido antes de abrir a porta do carro não me preparou para o que viria. Você parecia tão controlado, tão senhor da situação e assim foi… Você conduziu tudo e eu, que sempre tomei iniciativa, fui levada por suas mãos.
Tinha vontade de tocar em você, mas as minhas poucas tentativas não pareceram encontrar eco dentro do carro. Então parei e falamos banalidades até chegarmos à “hospedagem” . Você cuidou para que tivéssemos um quarto onde eu poderia tocar em você como desejava. Te ver na minha frente sem camisa e tocar seu peito enquanto você acariciava minhas costas foi uma doce sensação… Durou pouco, eu queria mais daquilo, queria mais das suas mãos nas minhas costas, da sua barba no meu pescoço, do seu hálito no meu ouvido… Então tirou minha blusa e pediu que eu tirasse a calça. Você estava só de cueca boxer preta. Na penumbra do quarto podia vê-lo tão bem, quando deitou e me chamou pra junto de si. Adorei sentir seu corpo junto ao meu, seu calor, sua maciez e ainda assim firme, um corpo forte e bem cuidado.
Seus beijos, seu toque, seu cheiro suave, tudo era convite pra te tocar. Beijei seu peito e desci. Leves mordidos no caminho, beijos em pontos onde eu achei que dariam prazer e aquela boxer no caminho… Beijei por cima mesmo! Queria vê-lo, mas também queria senti-lo e já estava duro, pronto… Um perfeito exemplo de masculinidade, meu objeto de desejo.
A cueca foi tirada e pude então colocá-lo na boca… Ah, como eu queria isso! Como tinha imaginado o sabor, a dureza, o tamanho, e a curiosidade de saber se tudo aquilo caberia em mim. Na minha boca e em todos os meus outros orifícios… Ouvi você gemer e comecei a chupar com gosto. Adoro isso: dar prazer! E foi o que tentei fazer: te dar prazer e junto com ele carinho em cada gesto, cada toque. Sai de onde estava pra tirar a última peça de roupa, peguei a sacola da farmácia de onde tirei um arsenal de coisas que supostamente dão mais excitação e prazer… E dois pacotes de camisinhas que nem chegamos a abrir. Até agora eu me pergunto por que comprou… E então você tomou o controle de novo.
Você me penetrou tão suavemente que nem percebi seu tamanho, só o prazer. Tanto prazer me deu… Fez comigo de tantas formas que eu já não sabia quanto tempo tinha passado, e ainda tinha mais. Colocou-me de quatro e me chupou da maneira mais intima que eu acho que alguém possa fazer… Lá onde ninguém tinha posto a língua. Seus dedos também não tinham sossego. Eu não tinha mais noção do que você podia fazer. Começou a morder meus dedos do pés… Aumentava ainda mais o prazer, o tesão. E então eu gozei e queria que você também sentisse isso. Que gozasse comigo… Mas você disse que era um probleminha, que nem sempre termina e isso pra mim é um grande mistério. Apesar de saber que não era comigo que estava fazendo, que tudo aquilo era direcionado a outra pessoa e talvez isso explique o porquê de você não gozar pra mim.
Depois, você me abraçou e me manteve ali dentro dos seus braços. Contou muitas coisas e essa é uma parte que eu não consigo esquecer: ficar naquela intimidade e te ouvir dizer que aquele abraço era seu “bônus”…
MAGDA

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