Ela não era
jovem... E por fatores diversos ainda era virgem.
Não
tecnicamente, afinal se masturbava desde os onze anos de idade. Mas nunca tinha
estado com um homem antes. Nunca tinha visto um completamente nu na sua frente.
Mas decidiu
que naquelas férias aquilo iria mudar.
Não era
garota de baladas, bailes e afins, portanto a chance de conhecer alguém para
livra-la de sua condição não era muito grande.
Pensando
nisso decidiu se inscrever em sites de relacionamentos. Ouvira dizer que ali as
coisas aconteciam e estava disposta a encarar a aventura.
Muitos
perfis mas poucos candidatos reais... Não era tão fácil assim e as férias
estavam no fim.
Sexta feira
a tarde e um recado na caixa de mensagens do site.
Carlos era o
nome dele. Motorista de taxi. Trocaram telefones e depois de conversarem
combinaram de se ver na segunda feira seguinte.
Ela tinha
dentista a tarde e ele estaria de folga. Iria busca-la para se conhecerem. E
assim foi.
No caminho
conversa leve, selinho, mão na coxa e a pergunta:
“ Você sabe
pra onde estou te levando?”
“ Não, mas
pelo trajeto acho que estamos indo ao shopping”
Ele riu
gostoso.
“ É. Lá
também tem ar condicionado, mas não é um shopping. Vou te levar para um motel.”
No primeiro
momento achou que era brincadeira. Mas depois percebeu que era real e sentiu um
frio na barriga. Sincera e ingenuamente pensara que as coisas aconteceriam com
um pouco mais de romantismo, mas se era assim, então que fosse.
Continuou
brincando e rindo com a conversa fácil dele. E quando questionada sobre a
quanto tempo estava só, respondeu simplesmente:
“ A vida
toda”.
Ele a olhou
entre espantado e incrédulo e ela apenas confirmou que era aquilo mesmo.
Rindo ele
disse que tudo bem. Se ela tinha certeza então continuariam.
Quando
entraram no quarto ele foi absolutamente gentil. Foi tirando a roupa dela
devagar e deixando que ela tocasse nele sem pressa.
Ela o despiu
também e deitando-se na cama ficou olhando para aquele corpo nu a sua frente.
Ele não era
exatamente bonito. Tampouco sarado. Mas tinha um corpo macio e quente e estava
no ponto.
Tocou o
corpo dela com suavidade, acariciando, beijando e lambendo com a experiência de
quem faz sexo com muita frequência. Deixando completamente relaxada.
E ela com a
inexperiência de quem só havia feito
aquilo na imaginação foi tocando aquela pele quente. Experimentando com os
lábios a textura e o sabor até encontrar seu objeto de desejo e curiosidade.
Delicadamente
colocou-o na boca e chupou, lambeu brincou como sempre quisera fazer. Ele já
perto de gozar fez com que ela deitasse, colocou o preservativo e vagarosamente
penetrou-a, controlando a velocidade para que ela não sentisse muita dor.
Talvez por
estar preparada mentalmente para aquele momento ou por ele ter sido tão gentil,
foi uma coisa tranquila, sem dor, sem susto.
Ele teve
paciência para esperar que ela gozasse e só então terminou.
Ela não
explodiu em fogos de artifício, como imaginara, porém não foi tão ruim como
muitas amigas tinham dito que seria.
O prazer que
sentiu foi inexplicável. Agora já não carregava o estigma de ser uma virgem
balzaquiana.
E ele?
São amigos
até hoje... Rsrs.. ele é o que chamam de PA... os entendidos saberão...
M.

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